Uma das bandeiras apresentadas pela Microsoft quando anunciou o Windows 7 é que o sistema se apresenta com características que permite a redução de consumo energético.

Contudo e empresa de Redmond nunca foi capaz de divulgar os valores concretos dessa poupança, afirmando apenas que o software proporciona mais opções aos utilizadores permitindo dessa forma uma melhor gestão da energia, a título de exemplo, o Windows 7 permite ajustar a luminosidade do ecrã...

Mas a ausência de informação por parte da Microsoft em relação ao consumo energético realizado pela utilização do WIndows 7 é, no entanto, justificável pois estes valores podem variar consoante o hardware e o software instalado no sistema. Assim, se por um lado a Microsoft afirma que se pode poupar energia, por outro lado a utilização de determinado tipo de equipamentos (hardware) ou software poderão também fazer que seja gerado mais consumo de energia.

Uma coisa parece ser certa, quanto mais recente for o equipamento, mais se conseguirá poupar, pois como é sabido os processadores, por exemplo, consomem cada vez menos para realizar determinadas tarefas. Face a isto, somos levados a pensar desta forma : então se o hardware mais recente em conjunto com o novo sistema operativo permite economizar mais energia, então será necessário a muitas empresas efectuarem o upgrade da "maquinaria" para que consigam tirar partido dessa situação...Isto não deixa de ser um contra-censo quando se sabe, que na realidade, a troca de hardware por parte das empresas são dos principais factores para a emissão de carbono, pois segundo revelam alguns estudos cerca de 80% das emissões de carbono são fruto da construção de hardware e não da sua utilização...

Assim se por um lado o Windows 7 permite a economia de energia, por outro lado poderá ser prejudicial para o meio ambiente...

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