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O relatório avaliou as capacidades dos fornecedores em responder às necessidades de três diferentes tipos de organizações: Tipo A, focadas em soluções flexíveis e personalizáveis, e que correspondam aos requisitos operacionais; Tipo B, focadas numa mistura de funcionalidades de prevenção, deteção e resposta de acordo com as capacidades e experiência das suas equipas de segurança, e de avaliação de capacidades de MSS e MDR para aumentar as ferramentas internas disponíveis; e o Tipo C, empresas focadas em soluções de prevenção e considerando os EDR apenas pelas suas funcionalidades forenses, favorecendo fornecedores de soluções que também oferecem componentes MSS e MDR.

O volume de dados roubados e ataques direcionados nos últimos anos têm mudado significativamente a forma como encaramos a cibersegurança nas empresas. Hoje em dia, ninguém pensa que proteção contra ciberameaças é apenas uma responsabilidade daquele colega que trabalha na área de IT; todas as organizações precisam de uma estratégia de defesa. Mas a cibersegurança não consegue sobreviver com uma abordagem passiva – não pode estar limitada à instalação de “algum antivírus”. Para se sentirem seguras hoje e no futuro, as empresas precisam de uma solução avançada capaz de enfrentar diferentes ameaças.

terça-feira, 19 junho 2018 20:38

Malware "Olympic Destroyer" está de regresso ao ativo

O Olympic Destroyer é uma ameaça avançada que atingiu organizadores, fornecedores e parceiros dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2018 em Pyeongchang, na Coreia do Sul, através de uma operação de cibersabotagem com recurso a uma worm de rede. A indústria de segurança de informação ficou perplexa quando, em fevereiro deste ano, analisou esta ameaça e descobriu que vários indicadores apontavam para diferentes direções quanto à origem do ataque.

Os grandes eventos atraem a atenção dos hackers, com todo o seu ruído e entusiasmo característicos a facilitar os ataques a potenciais vítimas desprotegidas. Estas são atraídas por emails, aparentemente legítimos, sobre os campeonatos internacionais de desporto que mobilizam grandes públicos em todo o mundo. O mais recente Mundial não é exceção.

Os pais preocupam-se com a alimentação, tapam as tomadas lá de casa e escondem os produtos químicos perigosos, entre tantas outras coisas, mas, e quanto à sua identidade digital?

Os dados são surpreendentes uma vez que, segundo um recente estudo da Orange sobre Sharenting (Sharing+Parenting), ao atingir os seis meses, 81% dos bebés já está presente na Internet. E, antes dos dois anos, 5% tem um perfil próprio no Facebook… É claro que a Internet e as redes sociais representam uma série de desafios aos pais, tendo em conta o impacto que a sobre-exposição pode ter nos seus filhos, e a cibersegurança não deve ser descorada.

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