A introdução da cor amarela na estrutura de subpixels resolve uma limitação técnica antiga da tecnologia MicroLED: a lacuna espetral entre os 500 e 600 nm. Neste intervalo, os ecrãs tradicionais costumam perder fidelidade, resultando em cores menos vibrantes ou precisas. Com o sistema RGBY, o 163MX consegue cobrir 100% do espaço de cor BT.2020, oferecendo uma precisão cromática e um brilho nunca antes vistos num ecrã deste formato, totalizando mais de 33 milhões de subpixels geridos individualmente.
Apesar da sua escala monumental, a Hisense não descurou o design. O 163MX foi concebido para ambientes de luxo, apresentando um perfil ultrafino de apenas 32 mm. O sistema de montagem na parede foi desenhado para não deixar qualquer folga, permitindo que este gigante tecnológico se integre na arquitetura da casa como se fosse uma obra de arte digital. Esta abordagem equilibra o impacto visual de um cinema em casa com o minimalismo exigido pela decoração moderna.
Este lançamento marca um momento decisivo para a tecnologia MicroLED. Com o 163MX, a Hisense demonstra que o futuro dos ecrãs não passa apenas por aumentar o tamanho, mas por refinar a ciência da cor e a integração estética. O prémio recebido na CES 2026 reforça o compromisso da marca em tornar as experiências visuais mais ricas e expressivas, posicionando-se na vanguarda da próxima era tecnológica.