A nova base de dados surge como alternativa à CVE, gerida pela norte-americana MITRE, cuja sustentabilidade foi recentemente colocada em causa. A Europa pretende assim reduzir a dependência externa e garantir acesso contínuo e transparente a informações críticas sobre vulnerabilidades.
A EUVD destaca-se pelo foco em transparência, rapidez e contextualização, ajudando as organizações a responder eficazmente a ameaças. Contudo, os especialistas alertam que a fragmentação de sistemas pode ser um risco, defendendo a interoperabilidade com normas abertas e APIs que garantam uma rede global sincronizada de partilha de dados.
Empresas de cibersegurança, como a Check Point, terão um papel essencial, contribuindo com inteligência de ameaças e conhecimento técnico, sob acordos de privacidade bem definidos. A colaboração público-privada será vital para o sucesso da EUVD.