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O código fonte completo do Cerberus foi divulgado em fóruns clandestinos e está agora disponível gratuitamente, podendo ser acedido por cibercriminosos. Os investigadores da Kaspersky têm vindo a acompanhar ativamente o reaparecimento do malware financeiro para dispositivos Android desde julho de 2020, na sequência do abandono do projeto, tentativa de venda e eventual lançamento por parte do programador original. Através da evolução das suas funcionalidades, como o roubo de autenticação de dois fatores (2FA) e a ferramenta de acesso remoto (RAT), o nível de infeções do Cerberus aumentou, especialmente na Rússia e na Europa.

A Check Point Research, a área de Threat Intelligence da Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder global de soluções de cibersegurança, acaba de publicar o mais recente Índice Global de Ameaças de Agosto 2020. Os investigadores revelam que o troiano Qbot, também conhecido por Qakbot e Pinkslipbot, entrou no índice dos dez principais malware do mês de agosto, ocupando o 10º lugar, enquanto o troiano Emotet se mantêm no primeiro lugar pelo segundo mês consecutivo, impactando 14% das organizações a nível global.

Investigadores da empresa de cibersegurança ESET têm estado atentos a um malware do tipo “troiano” especificamente criado para atacar aplicações bancárias em língua Portuguesa e Espanhola. Batizado “Mekotio”, este malware afeta sobretudo países latinos como o Brasil, Chile, México, Espanha, Peru e Portugal.

Uma vez infetado o computador, o Mekotio executa diversas atividades em segundo plano, incluindo tirar imagens do ecrã (screenshots), reiniciar as máquinas afetadas, restringir o acesso a websites de banca online legítimos e, nalgumas variantes, até mesmo roubar bitcoins e credenciais guardadas pelo browser Chrome.

Um relatório citado hoje pela empresa de cibersegurança ESET revela que sete serviços de VPN – que se propõem a salvaguardar a privacidade dos seus utilizadores enquanto navegam pela Internet – foram alvo de uma fuga de dados que põe em causa as credenciais de mais de 20 milhões de utilizadores.

Os serviços afetados são: UFO VPN, FAST VPN, FREE VPN, SUPER VPN, Flash VPN, Secure VPN e Rabbit VPN.

A Sophos, líder global de cibersegurança de próxima geração, publicou um relatório da SophosLabs, “Não permita que Fleeceware entre no seu iPhone”, onde demonstra que utilizadores daqueles dispositivos Apple estão a ser alvo de aplicações que cobram sobretaxas através de subscrições dispendiosas ou compras in-app abusivas. A Sophos denomina este tipo de ameaças como “fleeceware” e os seus investigadores descobriram, recentemente, mais de 30 aplicações de fleeceware para iOS na App Store oficial da Apple. Entre elas, aparentam ter sido instaladas cerca de 3.6 milhões de vezes, de acordo com os dados disponibilizados ao público.

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