Mostrando produtos por etiqueta: wintech

Um novo estudo divulgado pela Aon plc revela que as empresas portuguesas estão altamente otimistas quanto ao impacto da Inteligência Artificial (IA), embora enfrentem desafios significativos na preparação das suas equipas e estratégias de Recursos Humanos. O Human Capital Trends Study aponta que 98% das organizações nacionais acreditam que a IA criará novas oportunidades e exigirá o desenvolvimento de novas competências, um indicador que supera a média global (86%) em 12 pontos percentuais.

A UZO assinala o seu 20.º aniversário com o lançamento de um novo posicionamento estratégico, uma identidade visual renovada e uma campanha de comunicação à escala nacional. Com a assinatura "No mínimo, tens tudo", a operadora de telecomunicações entra numa fase de maior maturidade, assumindo uma postura mais afirmativa, moderna e diretamente alinhada com as exigências dos consumidores atuais, que se mostram cada vez mais informados e autónomos.

A NATO formalizou uma nova parceria estratégica em cibersegurança com o objetivo de reforçar a resiliência coletiva das nações aliadas face ao crescente volume e sofisticação das ameaças digitais. Esta iniciativa de natureza não comercial, anunciada durante a Conferência Internacional sobre Conflitos Cibernéticos (CyCon) na Estónia, conta com a integração de três gigantes da indústria da cibersegurança: a europeia ESET, a Microsoft e a Palo Alto Networks.

No oitavo aniversário da entrada em vigor do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD), o panorama do cumprimento regulamentar nas empresas tornou-se consideravelmente mais complexo e arriscado. Além do RGPD, as organizações enfrentam agora as exigências severas das diretivas NIS 2 e DORA, que visam promover uma maior ciberresiliência no espaço europeu. No entanto, o surgimento de modelos avançados de Inteligência Artificial veio potenciar novos vetores de ataque, aumentando exponencialmente o risco e a probabilidade de sucesso de invasões cibernéticas que comprometem dados sensíveis.

Um novo relatório da Kaspersky revela que os ataques à cadeia de abastecimento de software tornaram-se a ciberameaça mais comum para as organizações. Até ao final de 2025, a telemetria da empresa de segurança identificou quase 19.500 pacotes maliciosos infiltrados de forma dissimulada em projetos de código aberto (open source). Este volume representa um aumento alarmante de 37% em relação ao ano anterior, resultando num cenário onde 31% das empresas inquiridas admitiram ter sofrido o impacto deste tipo de ataque nos últimos doze meses.

Pág. 4 de 66
Top