De acordo com a publicação da Microsoft, a ameaça é identificada como “Win32/Winwebsec”, não existindo, até à data, dados que permitam perceber quais os estragos provocados pelo software malicioso, sabendo-se apenas de antemão que este tipo de ameaças pode permitir o acesso aos computadores infetados por parte dos hackers.
A Microsoft adianta que o “Win32/FakePAV”, já modificou o nome mais de 30 vezes e que os ataques continuam em grande força, pois a empresa norte-americana já conseguiu identificar novos softwares maliciosos desde o início do mês. A empresa acredita que os “distribuidores do malware” estão a roubar de forma regular novos certificados, renovando assim o software.
Perante esta situação, recomenda-se a todos os utilizadores de computadores pessoais que optem por instalar software antivírus pertencente a marcas de confiança e reconhecidas, evitando as soluções milagrosas (e na maior parte gratuitas) que circulam na Internet, pois, como se vê, todo o cuidado é pouco…
Na passada semana, a Microsoft, emitiu no seu “