Investigadores da Austrália, Dinamarca e China combinaram esforços com o intuito de atingirem uma velocidade na casa dos terabit por segundo em cabos de fibra óptica. Esta solução envolve um chip fotónico que usa uma luz laser para alternar entre os sinais, e um composto químico denominado chalcogenide.
Para Ben Eggleton, Director de Pesquisa numa unidade de investigação cujo nome transmitido para português, dá algo como Centro Australiano de Dispositivos com Ultra Largura de Banda para Sistemas Ópticos, afirmou que o problema não está em injectar esta velocidade nos cabos ópticos, mas sim em descarregá-los.