Esta técnica, conhecida por «phishing», assenta no uso de e--mails que aparentam ter origem num banco mas que na verdade são o isco para a recolha de dados pessoais e financeiros.
Segundo o mesmo jornal, os serviços da CGD registaram o início deste ataque no dia 22 de Abril, e reforçaram de imediato as mensagens de alerta aos clientes, nomeadamente na página de rosto do serviço on-line, explicou ao «CM» o director dos canais electrónicos da CGD, António Filipe.
Os clientes que comunicam ao banco que responderam ao e-mail fraudulento são aconselhados a acabar com o contrato que têm no serviço Caixa Directa e a assinar um novo. Um procedimento que só obriga « alteração das senhas de acesso ao serviço da internet, não implicando qualquer mudança no número de conta» sublinha António Filipe.
Segundo o mesmo jornal, os serviços da CGD registaram o início deste ataque no dia 22 de Abril, e reforçaram de imediato as mensagens de alerta aos clientes, nomeadamente na página de rosto do serviço on-line, explicou ao «CM» o director dos canais electrónicos da CGD, António Filipe.
Os clientes que comunicam ao banco que responderam ao e-mail fraudulento são aconselhados a acabar com o contrato que têm no serviço Caixa Directa e a assinar um novo. Um procedimento que só obriga « alteração das senhas de acesso ao serviço da internet, não implicando qualquer mudança no número de conta» sublinha António Filipe.
{mosgoogle}
Quem respondeu ao mail fraudulento, o banco sugere acabar com o contrato que têm e assinar um novo.