A Microsoft decidiu estabelecer um código de conduta criteriando assim quais as aplicações que podem ou não fazer parte do Windows Marketplace for Mobile.Um dos pontos mais "controversos" (ou não) é o facto da empresa defender vivamente os seus produtos, "banindo" mesmo aplicações que possam modificar o browser, o motor de busca ou o leitor de ficheiros multimédia. Para além disto as aplicações que ocupem mais de 10 MB ou que sirvam para vender produtos de outras lojas são igualmente alvo deste processo de exclusão.
Correm rumores de que este tipo de "contrato" agora revelado tenha como objectivo evitar situações de exclusão de aplicações sem justificação como aconteceu na Apple Store.