A acreditar nas sondagens que indicam oito por cento das intenções de voto, é provável que venha a obter mais do que um assento.

O partido defende o «fim das restrições no uso da Internet», o que inclui a «livre» partilha de ficheiros, mesmo os protegidos por direitos de autor».

Christian Engstrom, cabeça de lista dos “piratas” às europeias, garantiu ao diário The Times que o plano de “conquista” do partido seguirá a seguinte ordem: Suécia, Europa e Mundo.


Fundado em 2006, o Partido Pirata aumentou recentemente o seu número de apoiantes após a sentença contra os criadores do site sueco de partilha de ficheiros Pirate Bay.

Condenados a pagar uma multa de mais de 2,7 milhões de euros a gigantes mundiais como o Warner Bros, Sony Music, EMI e Columbia Pictures, as filiações partidárias dispararam até aos 46 mil membros, sobretudo jovens, o que causou a inveja dos partidos “tradicionais”.

«Os nossos políticos são analfabetos digitais e declararam guerra a toda uma geração», afirmou Rick Falkvinge, líder da formação.

 Fonte : Bit

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