A Microsoft enfrenta outra acção judicial sobre o Windows Genuine Advantage (WGA), software usado como uma ferramenta anti-pirataria do Windows XP. Em causa estão supostas violações das leis de privacidade e publicidade enganosa.

A acção, que deu entrada num tribunal distrital de Washington, alega que o WGA é falsamente publicitado e viola as leis de privacidade.

Em vez de identificar o WGA como uma ferramenta anti-pirataria, a Microsoft é acusada de descrever o programa como «uma actualização altamente prioritária», sem fornecer aos utilizadores uma explicação do que é o software ou do que pode fazer nos computadores.

Na acção explica-se ainda que o WGA tem dois componentes que violam a privacidade dos utilizadores: um programa de notificações que identifica se uma cópia do sistema operativo é legal ou não e uma funcionalidade de validação que reconhece informação dos computadores e a envia à Microsoft.

Face a tais acusações, a Microsoft explicou que o programa funciona identificando características únicas do sistema e instala uma chave de software que a empresa pode ler quando é solicitada uma actualização. A única maneira de eliminar a chave, afirma a companhia, é formatar o disco rígido. A Microsoft salienta que a chave não identifica utilizadores, mas sim sistemas individuais.

Para saber mais sobre o programa clique aqui .

 Fonte : SOL
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Ler 1492 vezes Modificado em Set. 09, 2009
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