O Instituto da Globalização recomendou à União Europeia que obrigue os fabricantes a disponibilizarem computadores pessoais sem um sistema operativo de origem.

Para os peritos do Instituto da Globalização (IG), um grupo de pensadores da globalização que aconselha a União Europeia (UE), não existe nenhuma razão para que os sistemas operativos não sigam o mesmo modelo dos componentes dos PCs, como os processadores e discos rígidos, que estão obrigados a cumprir padrões de compatibilidade e competem entre si no mercado, de acordo com o site News.com.
Se a CE aceitar a recomendação isto equivale a dizer que os computadores comercializados na UE não poderão trazer o Windows pré-instalado, já que o sistema operativo da Microsoft domina cerca de 95% deste mercado.

O IG crê que esta opção não trará incómodos para os consumidores, já que estes, após adquirirem o PC, apenas terão de inserir um DVD com o sistema operativo, que se configura automaticamente.

Os autores do relatório acreditam que este é o desejo do órgão executivo da UE, sustentando-se na posição assumida pela Comissária Europeia para a Concorrência, Neelie Kroes, que saudou recentemente a decisão do Tribunal de Primeira Instância da UE em confirmar a multa de 497 milhões de euros imposta pela CE à Microsoft, por abuso de posição dominante.

«Durante duas décadas, a Microsoft gozou de um poder monopolista no mercado dos sistemas operativos. A Comissária para a Concorrência assinalou o desejo de ver maior competição neste sector. Uma fragmentação irá fomentar um mercado competitivo, aumentar a escolha do consumidor e reduzir preços», pode ler-se no relatório.

 Fonte : Ciberia

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