Face a crescente popularidade dos deepfakes, a Kaspersky partilha dicas de segurança para os utilizadores, esclarecendo os mesmos sobre a tecnologia por detrás destas técnicas de engenharia social.

O Google proibiu recentemente os algoritmos deepfake no Google Colaboratory, um dos seus serviços gratuitos de computação com acesso a GPUs. O gigante tecnológico não é o único a regulamentar os deepfakes: vários estados americanos regulamentaram leis contra este perigo; a China apresentou um projeto de lei onde exige a identificação de materiais criados por computadores; e o futuro regulamento da UE sobre IA poderá vir a incluir uma cláusula sobre o tipo de tecnologia.

A globalização do mundo teve um impacto muito grande no comércio digital e na forma como se fazem compras atualmente

Enquanto, há algumas décadas a maioria das pessoas limitava as suas opções de compras aos produtos ou serviços que conseguiam encontrar em lojas locais, hoje em dia tal já não acontece. O foco dos consumidores mudou, e cada vez é comum comprar praticamente tudo online. 

Estes novos hábitos tornaram os consumidores mais exigentes e reivindicativos, o que obriga os donos das empresas de comércio eletrónico a estarem por dentro das mais recentes novidades e inovações tecnológicas.

Não se limitando ao panorama nacional, o mercado dos games avança de dia para dia, conquistando um público transversal à área geográfica pela sua diversidade de temáticas e recursos. No entanto, seja na aquisição destes jogos ou até nas compras integradas que os mesmos disponibilizam, os métodos de pagamento aplicados pelas diferentes empresas e desenvolvedores continuam a levantar uma série de questões.

Desde a utilização de cartão de débito até PayPal, os gamers tendem a preferir opções abrangentes que satisfaçam as suas necessidades enquanto consumidores. Afinal de contas, estamos a falar de um setor em exponencial crescimento que, para além de chegar a milhões de pessoas, é um dos que mais contribui para o segmento financeiro. Apenas em 2021 este mercado mobilizou cerca de US$ 175,8 mil milhões, de acordo com os dados divulgados pela empresa de consultoria especializada Newzoo.

A Prometheus Internacional, que em 2021 vendeu em Portugal as primeiras moradias, na Madeira, pagas em criptomoeda, acaba de anunciar um novo projeto que volta a cruzar o mundo “cripto” com o imobiliário.

No âmbito desta nova iniciativa, a Prometheus está a desenvolver um projeto designado The Royal Blockhouse, que a empresa criou em conjunto com alguns dos maiores influencers digitais europeus, instituições de ativos criptográficos e peritos na área da criptomoeda – entre eles Myoo #810, criador de Cyberkongz, um projeto NFT que já gerou mais de 200 milhões de dólares em transações desde a sua génese.

Especialistas da Kaspersky analisaram 69 aplicações móveis de fabricantes não-oficiais para controlar carros conectados. A investigação revela que mais de metade (58%) utiliza as credenciais dos proprietários dos veículos sem pedir consentimento. Além disso, uma cada 7 não tem informação de contacto, o que impossibilita reportar potenciais problemas.

As aplicações conectadas para automóvel oferecem uma ampla gama de funções que facilitam a vida dos condutores. Por exemplo, permitem o controlo remoto dos veículos, abrir ou fechar portas, ajustar a climatização e mesmo ligar ou desligar o motor. Apesar de a maioria dos fabricantes de automóveis ter a sua própria aplicação, as apps de terceiros também são muito populares entre os utilizadores, uma vez que oferecem funcionalidades que ainda não foram introduzidas pelas marcas oficiais.

A Sophos, líder global em soluções de cibersegurança de próxima geração, publicou um novo relatório sobre o setor da saúde, "The State of Ransomware in Healthcare 2022". Os resultados revelam um aumento de 94% nos ataques de ransomware às organizações inquiridas – de facto, em 2021 66% das instituições de serviços de saúde foram atacadas, contra 34% no ano anterior.

O lado positivo é, no entanto, que as instituições deste setor estão a melhorar a sua forma de lidar com as consequências dos ataques de ransomware, de acordo com os dados do inquérito: 99% das organizações atingidas receberam de volta pelo menos alguns dos seus dados após os cibercriminosos os terem encriptado durante os ataques.

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