A indústria de jogos de casino soube acompanhar a rápida evolução tecnológica e entrar com o pé direito na presente era digital.

Victoria Oliveira (informação sobre a autora aqui) deixa-nos alguns pontos merecedores de reflexão para ajudar a perceber como “o digital” tem vindo a afetar os casinos este ano.

Segundo a Intrum, 52% dos portugueses afirma comprar mais online do que há um ano. Desses, 43% afirmam querer continuar a comprar pela internet, mesmo depois da pandemia.

A pandemia criou algumas barreiras aos portugueses e estes tiveram de se adaptar. Se antes o número de lojas online ainda era baixo e as compras online ainda eram um assunto pouco falado, na quarentena essa realidade mudou.

Uma nova investigação global da Kaspersky realizada a 8.000 colaboradores de PMEs de múltiplas indústrias revelou que quase três quartos dos colaboradores (74%) querem que os modelos de trabalho pré-pandemia sejam repensados. Em vez de voltarem ao “business as usual”, os colaboradores já estão a moldar o que será o futuro do trabalho, de acordo com as suas preferências - quer estas incluam passar mais tempo com entes queridos (47%), poupar dinheiro (41%) ou trabalhar remotamente (32%).

O Grupo Betway é uma empresa que se dedica aos jogos online de várias marcas. Os seus principais mercados estão localizados no Reino Unido, Malta, Itália, Dinamarca, Espanha, Bélgica, Alemanha, Suécia, México, África do Sul, entre muitos outros.

Dando seguimento a uma série de iniciativas realizadas com o mercado de apostas online, a Betway lançou uma campanha dedicada à consciencialização das pessoas para o jogo online para que estas possam estar mais cientes de como podem estar seguras ao longo do ano.

Os investigadores da Check Point® Software Technologies Ltd. denunciam inúmeras aplicações presentes na Google Play Store que ainda se encontram sujeitas à potencial exploração maliciosa de uma vulnerabilidade conhecida, reportada pela primeira vez em agosto por investigadores da Oversecured. A CVE-2020-8913 permite a execução de códigos que conferem aos atacantes o acesso a todos os recursos acedidos pela aplicação, possibilitando ainda o roubo de dados confidenciais de outras aplicações do mesmo dispositivo, como detalhes de início de sessão, palavras-passe e detalhes financeiros.

Os investigadores da ESET descobriram uma backdoor anteriormente não documentada e sistema de roubo de documentos usado para ciberespionagem. A ESET atribui o programa, designado Crutch pelos seus produtores, ao infame grupo APT Turla. O Turla Crutch esteve em uso entre 2015 e até pelo menos ao início de 2020, e a ESET foi capaz de o identificar na rede de um Ministério de Negócios Estrangeiros de um país da União Europeia, sugerindo que esta família de malware é apenas usada em alvos muito específicos.

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