Num mercado com cada vez mais oferta de periféricos, torna-se por vezes difícil escolher a solução ideal para as tarefas mais simples que executamos no nosso computador, como por exemplo apontar, clicar e escrever. Falamos como é natural de um teclado e rato, que com o passar dos anos evoluíram de tal forma que nos dão a possibilidade de controlar quase tudo através dos seus botões e teclas de atalho, com uma precisão que seria inimaginável há alguns anos atrás.

Dentro desse conceito vamos encontrar o conjunto de rato e teclado sem fios Logitech Cordless Desktop Wave Pro, que apesar de estar no mercado há alguns meses, continua a fazer inveja a muitos conjuntos acabados de sair para o mercado.

O pack Logitech Cordless Desktop Wave Pro é composto por um teclado (com 2 pilhas alcalinas), que tal como o nome do conjunto indica, tem a forma de uma onda, um rato laser MX1100 (com uma pilha recarregável) que também pode ser adquirido em separado, um receptor wireless 2,4 GHz, um cabo USB para carregamento da pilha do rato, um adaptador de corrente que possibilita o carregamento do rato sem ter que utilizar o PC, os respectivos manuais e de instruções e o CD de software.
  A Acer anunciou esta semana um novo elemento para a família Aspire One. O novo Acer Aspire One D250 têm como características o processador Intel Atom N280, suporte até 2 GB de memória RAM, disco rígido de 160 GB, ecrã de 10,1" com resolução máxima de 1024x600 , leitor de cartões, 3 portas USB, placa 3G integrada, Bluetooth e Wireless.

Em relação ao peso e autonomia, a empresa indica que este pequeno computador pesa pouco mais de 1 Kg e a bateria chega a aguentar mais de 7 horas.

O Acer Aspire One D250 inclui diverso software como o Windows XP acompanhado do habitual Acer eRecovery Management; Microsoft® Works with Office Home and Student 2007 Trial; Google Toolbar™; Google Desktop™; Google™ Setup; Adobe® Reader® 9; Adobe® Flash® Player 10; Customized Internet Explorer® 7.0; eSobi; McAfee® Internet Security Suite; Acer Game Zone; Acer Video Conference Manager 4.0; Windows Live™ Essentials — Wave 3 (Mail, Photo Gallery, Live™ Messenger, Writer).
 A Google revelou no seu blog um novo serviço, o Fusion Tables , que é nada mais nada menos quem uma base de dados que têm como suporte a "Cloud". O grande trunfo do Fusion Tables é, segundo a empresa, a facilidade de utilização.

O Fusion Tables permite partilhar a totalidade dos dados para colaboração ou manter grupos de dados de acesso restrito, além de ser possível estabelecer níveis de partilha para diferentes utilizadores.

A empresa oferece, para já, a possibilide de se efectuar o upload de grupos de dados com um limite de 100 MB e de num máximo por utilizador de 250 MB.
 A lei antipirataria francesa, que prevê o corte no acesso à Internet para quem faça downloads ilegais, foi considerada anticonstitucional pelo Conselho Constitucional, o equivalente ao Tribunal Constitucional português.

Sofre assim mais um revés a polémica lei aprovada em Abril, apenas à segunda, pelo Parlamento francês.

Baptizada de Hadopi, o nome de uma entidade criada com a própria lei destinada a monitorizar o tráfego Web, esta legislação prevê cortar o acesso à Rede aos cibernautas após a recepção de três notificações, sendo que o serviço teria de continuar a ser pago durante a proibição.
 «Primeira dose é grátis e as seguintes são pagas a preços elevados», diz Richard Stallman.

O software com licença paga, como o Windows da Microsoft, é como uma droga: «a primeira dose é grátis e para as seguintes é preciso comprar a preços elevados». A afirmação é de Richard Stallman, pai do movimento a favor do software livre.

O responsável, que falava em Quito, no Equador, e que é citado pela Lusa, considerou ainda que os sistemas operativos privados são «malévolos» porque «só contêm medidas de segurança impostas» e «restringem os direitos do utilizador».

Por isso mesmo, defende que «as escolas devem deixar de usar programas que necessitam de uma licença e começar a ensinar software livre».
 Várias páginas de internet de organismos do Governo, de empresas e pessoais foram atacadas por ‘crackers’ – quebram a segurança do sistema - que alteraram o conteúdo disponibilizado aos utilizadores. Desde o início do mês passado verificaram-se mais de 100 ataques, protagonizados por 31 desfiguradores (‘defacers’) nacionais e internacionais. Estes ataques, por norma, não provocam danos graves à estrutura da página, ficando-se pela colocação de mensagens por parte dos ‘defacers’ a alertar para as falhas do sistema.

“São pessoas jovens, com muito tempo livre nas mãos. Estas desfigurações funcionam muito como um concurso de popularidade, para ver quem consegue furar o sistema dos vários sites”, explicou Jorge Alves, director informático do Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI), cujo site foi alvo de um ataque a 8 de Maio, levado a cabo pelo ‘defacer’ DR-PLUS.
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