O Windows 7 Starter é uma versão muito básica e simples do Windows 7. Destinada aos PC's de entrada de gama e NetBooks, esta versão do Windows 7 vai ter algumas limitações. Uma das limitações mais faladas e criticadas é, segundo consta, a impossibilidade de abrir mais de 3 janelas, ou seja, não poderemos ter uma janela do Outlook aberta, outra do Word, outra do Excel e outra, por exemplo, do Paint.Net... Simplesmente só se pode ter 3 aplicações diferentes abertas...Diga-se, e também é opinião da Microsoft, que pouca gente que usa um NetBook abre mais do 3 aplicações diferentes em simultâneo...
Ah, convêm dizer que a janela do Antivírus não conta, e que do Internet Explorer também não, por exemplo...
Correm entretanto já alguns rumores de que a Microsoft está a efectuar alguns ajustes nesta versão, pelo que na altura de lançamento do sistema operativo poderá haver algumas novidades em relação ao Windows 7 Starter Edition. Os últimos rumores apontam para ligeiras alterações nos requisitos mínimos para se poder usar esta versão do Windows 7.
Processador : Single core a 2.0 GHz ou inferior. Consumo de energia abaixo dos 15W.
Ecrã : 10.2" ou inferior (anteriormente o máximo era 12.1")
Memória RAM : 1GB ou menos
Disco : Até 250 GB ou 64 GB SSD (anteriormente 160GB ou 32 GB SSD)
Placa Gráfica : Sem restrições
A popular empresa de segurança Sophos acaba de disponibilizar gratuitamente o Klingon Antivirus. Esta é mais uma solução de segurança gratuita que pode ser usada como simples protecção antiviral. O mais curioso neste antivírus (se é que lhe podemos chamar assim) é que as informações do programa foram traduzidas, imagine-se, para um idioma que não existe no mundo : o Klingon. O Klingon, para quem não sabe, é um idioma falado nos filmes / series Star trek.Apesar de não ser perceptível a língua usada neste antivírus, não tenha problemas, pois as opções são demasiado claras permitindo a sua fácil interpretação.
A Sophos alerta ainda que o Klingon pode (e deve) ser usado em complemento de outras soluções de segurança semelhantes, visto que apenas é um "malware scanner" e não é uma protecção residente...
A Kaspersky Lab anunciou a atribuição de uma nova patente de tecnologia de análise heurística nos EUA. A base da tecnologia patenteada tecnologia é a aplicação de um sistema que mede e classifica a segurança do software baseando-se no seu comportamento durante a emulação. O método de análise heurística é essencial na hora de identificar códigos maliciosos ainda desconhecidos para os especialistas em vírus. Os métodos de identificação de ameaças que se utilizam actualmente não garantem uma eficácia de 100% e, portanto, torna-se necessária a inclusão de novas tecnologias que detectem e bloqueiem as potenciais ameaças.
A tecnologia heurística da Kaspersky Lab (Security Rating technology) foi desenvolvida por Nikolay Grebennikov, Oleg Zaitsev, Alexey Monastyrsky e Mikhail Pavlyushik e baseia-se num sistema de regras que classificam o nível de segurança em diferentes processos. Esta tecnologia foi patenteada com o número 7530 106 no Gabinete de Patentes e Comércio dos Estados Unidos em 5 de Maio de 2009.
Consegue recuperar ficheiros a partir da "Reciclagem" assim como imagens e ficheiros dos mais diversos formatos. Pode ainda ser utilizado para recuperar dados de cartões de memória das máquinas digitais ou de leitores de MP3.
A Microsoft anunciou que os utilizadores do Windows Live Messenger em Cuba, Siria, Irão, Sudão e Coreia do Norte vão ficar privados de comunicar através do popular software de comunicação.A empresa fez este anuncio no blog de suporte ao Windows Live Messenger adiantando, inclusive, a mensagem que será exibida :
810003c1: We were unable to sign you in to the .NET Messenger Service.
O secretário de Estado adjunto Paulo Campos disse esta sexta-feira à Lusa que é "absolutamente falso" que a União Europeia tenha condenado Portugal com base em acusações de ajuste directo para aquisição de computadores Magalhães.O secretário de Estado adjunto das Obras Públicas, Transportes e Comunicações reagia assim a notícias difundidas na madrugada de sexta-feira que indicavam que a União Europeia teria condenado Portugal por violar as leis comunitárias da concorrência, por supostamente o Estado ter procedido à aquisição de computadores Magalhães por ajuste directo.
Paulo Campos explicou que "a União Europeia não tomou qualquer decisão", tendo apenas "pedido esclarecimentos no âmbito de uma queixa de um fornecedor de computadores".