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Falta de talento continua a travar a revolução da IA nas empresas
As empresas encontram-se num ponto de viragem crítico na adoção de Inteligência Artificial (IA), pressionadas a abandonar a fase de mera experimentação para integrarem de forma profunda esta tecnologia no coração das suas operações. As conclusões constam da edição de 2026 do estudo The State of AI in the Enterprise: The Untapped Edge, conduzido pela Deloitte, que revela um desfasamento entre o ritmo de adoção de novas tecnologias e a verdadeira transformação estrutural dos negócios. Atualmente, a grande maioria das organizações limita-se a utilizar a IA para melhorar a eficiência e automatizar tarefas básicas, sendo raras as que estão a aproveitar este momento para redesenhar modelos de negócio e funções laborais.
IA prepara-se para automatizar a gestão habitualmente feita em escritórios
Mustafa Suleyman, o atual CEO de IA da Microsoft e figura central no desenvolvimento da DeepMind, lançou recentemente uma previsão audaz sobre o impacto da Inteligência Artificial no mercado de trabalho. Segundo o executivo, o trabalho de escritório - especificamente as funções ligadas à coordenação e processamento de informação - está na linha da frente de uma automação sem precedentes.
Estudo revela que Geração Z lidera adoção da IA no trabalho híbrido
Um estudo da International Workplace Group (IWG) mostra que a Geração Z está a liderar a adoção da Inteligência Artificial (IA) no local de trabalho, ajudando colegas mais experientes a desbloquear ganhos de produtividade e a potenciar a colaboração em ambientes híbridos. Os dados revelam que 80% dos trabalhadores já utilizaram ferramentas de IA e 78% afirmam poupar, em média, 55 minutos por dia - o equivalente a quase um dia adicional de trabalho semanal.
Geração Z: Ambição, mobilidade e o impacto da IA no trabalho
A Randstad Global divulgou o relatório The Gen Z Workplace Blueprint: Future Focused, Fast Moving, que analisa a forma como a Geração Z (1997-2012) encara o mercado de trabalho. Estes jovens, nativos digitais, permanecem em média apenas 1,1 anos em cada emprego nos primeiros cinco anos de carreira, menos tempo do que qualquer geração anterior. Apesar da mobilidade, 85% afirmam que avaliam novas oportunidades com base nos seus objetivos de longo prazo.