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Metade dos incidentes de cibersegurança em redes industriais ocorrem devido a erros humanos
Apesar de existir uma crescente automatização, o fator humano ainda pode comprometer alguns processos industriais: no ano passado, os erros dos colaboradores e as suas ações intencionais estiveram na origem de 52% dos incidentes que afetaram as redes de tecnologia operacional e de sistema de controlo industrial (OT/ICS). De acordo com a nova investigação da Kaspersky “State of Industrial Cybersecurity 2019”, este problema faz parte de um contexto mais vasto e complexo. A crescente complexidade das infraestruturas industriais exige, cada vez mais, competências de segurança avançadas e as organizações precisam de sensibilizar os seus colaboradores para lidarem com as novas ameaças.
Kaspersky é líder em soluções de segurança para endpoints
A Kaspersky foi reconhecida como líder no relatório Forrester Wave Endpoint Security Suites 2019. O Kaspersky Endpoint Security for Business encontra-se entre as cinco soluções com pontuações mais altas, tanto na categoria de oferta atual como em presença de mercado.
O Forrester Wave é um guia para empresas que estejam a considerar opções de compra num determinado mercado. Ao avaliar os fornecedores e os seus produtos em função de uma série de critérios estabelecidos, o Forrester classifica objetivamente as empresas de tecnologia e as suas soluções para mostrar o rendimento da sua oferta, estratégia e presença no mercado. Desta forma, os potenciais clientes podem comparar diferentes fornecedores de forma independente através de uma variedade de métricas.
Kaspersky revela que "Hackers escondem-se atrás dos serviços do Google para enganar os utilizadores"
Os hackers recorrem cada vez mais aos sistemas de armazenamento na Cloud como o Google Drive para levar a cabo campanhas de phishing mais eficazes e convincentes. Esta é uma das principais descobertas do relatório da Kaspersky sobre Spam e Phishing relativo ao segundo trimestre de 2019. O relatório também revela que os hackers recorrem a técnicas de maior sofisticação para enfraquecer a reputação online no caso de as empresas não cederem à chantagem que lhes está a ser feita.
Segundo os dados da Kaspersky, no segundo trimestre de 2019 Portugal foi o quinto país que sofreu mais atraques de phishing em todo o mundo. Grécia foi o país com maior percentagem (26,20%) no que diz respeito à ativação de sistemas antiphishing entre abril e junho deste ano. Seguem-se a Venezuela (25,67%), o Brasil (20,86%), Austrália (17,73%), Portugal (17,47%) e Espanha (15,85%).
Kaspersky alerta para os perigos da autenticação atráves de "selfies"
Num mundo cada vez mais conectado, há alguns serviços de pagamento online e mesmo alguns bancos que pedem que os clientes confirmem a sua identidade através do envio de uma selfie ao mesmo tempo que seguram num documento de identificação (Ex: Cartão de Cidadão). Isto pode acontecer, por exemplo, no momento em que abrem uma conta bancária ou na emissão de um cartão de crédito. Esta é uma maneira prática e simples utilizada por este tipo de serviços na autenticação da identidade dos clientes, evitando, por sua vez, deslocamentos e filas de espera demoradas.
Mais de 50% dos pedidos de resposta a incidentes ocorrem após as empresas terem sido afetadas
Cerca de 56% dos pedidos de resposta a incidentes (RI) geridos pelos especialistas em cibersegurança da Kaspersky em 2018 ocorreram após a organização já ter sofrido um ataque com consequências visíveis, como transferências de dinheiro não autorizadas, estações de trabalho encriptadas por ransomware e indisponibilidade de serviços. 44% dos pedidos foram processados após a deteção de um ataque em fase inicial, poupando o cliente de consequências potencialmente mais graves. Estas são algumas das principais conclusões do mais recente relatório da Kaspersky.
Supõe-se frequentemente que a resposta a incidentes é necessária apenas em casos em que já ocorreram danos concretos por parte de um ciberataque e há necessidade de uma investigação adicional. No entanto, a análise de vários casos de RI em que os especialistas em segurança da Kaspersky participaram durante o ano passado mostra que essa oferta pode servir não apenas como investigação, mas também como uma ferramenta para parar um ataque durante uma fase inicial evitando assim danos maiores.