Entre os conselhos, destaca-se a definição de horários e limites, uma forma simples mas eficaz de evitar que as sessões de jogo se prolonguem em excesso, mantendo assim um maior controlo sobre o tempo investido nos videojogos. Esta medida contribui para que crianças e jovens não percam a noção das horas passadas em frente ao ecrã.
A associação recomenda ainda pausas frequentes, fundamentais para descansar os olhos, esticar as pernas e hidratar-se, prevenindo o cansaço físico e mental que o jogo prolongado pode causar. Segundo a AEPDV, esta prática simples melhora a experiência de jogo e promove uma rotina mais saudável.
Outro ponto importante é a escolha de jogos adequados à idade. Respeitar as classificações etárias (PEGI) e estar atento ao tipo de conteúdos garante uma experiência mais positiva e adaptada ao nível de maturidade de cada jogador. Essa seleção consciente é vista como essencial para a segurança digital e emocional dos mais novos.
Com o aumento das interações online, a associação lembra ainda que é necessário ter cuidado na partilha de dados pessoais e estar atento a comportamentos inadequados por parte de outros jogadores. Alertar os jovens para reportar estas situações ajuda a prevenir riscos de segurança e potenciais episódios de assédio digital.
Por fim, a AEPDV reforça a importância de manter o equilíbrio entre o online e o offline, especialmente em período de férias. Além de jogar, os jovens devem ser incentivados a sair de casa, praticar desporto, ler, viajar ou conviver com amigos e família. A prática de videojogos, quando inserida num estilo de vida variado e equilibrado, pode assim assumir um papel positivo no bem-estar físico e mental.