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A Kaspersky alcançou um novo marco na sua estratégia corporativa ao tornar-se a primeira empresa de cibersegurança a integrar o grupo de observadores da Digital Cooperation Organization (DCO). Este passo estratégico tem como objetivo principal contribuir ativamente para os esforços internacionais de construção de um ambiente digital não só mais sustentável, mas também amplamente protegido. Através desta aliança histórica, a multinacional compromete-se a partilhar a sua vasta experiência técnica para ajudar a promover uma economia digital global mais resiliente e verdadeiramente inclusiva para todos os setores da sociedade.

A circulação de uma nova campanha de fraude digital, que utiliza indevidamente a identidade visual da Endesa, está a colocar em alerta os utilizadores de correio eletrónico em Portugal. O esquema baseia-se no envio de um falso aviso de corte no fornecimento de energia, alegando a existência de valores em aberto e pressionando o destinatário a regularizar a situação num prazo extremamente curto. Esta tática de engenharia social visa induzir o pânico para que a vítima clique em hiperligações maliciosas sem verificar a autenticidade da fonte.

A Google anunciou uma importante atualização focada na saúde mental para a sua plataforma de inteligência artificial, o Gemini. Esta iniciativa reflete o compromisso de longa data da gigante tecnológica em colmatar a lacuna entre as pessoas que necessitam de apoio psicológico urgente e o acesso rápido a informações fidedignas e de alta qualidade. As novas salvaguardas implementadas foram rigorosamente baseadas em investigação clínica e desenvolvidas em estreita colaboração com especialistas da área, visando proporcionar um suporte cuidadoso e fundamentado em evidências científicas nos momentos de maior vulnerabilidade dos utilizadores.

A Qualys, fornecedora global de soluções de segurança e conformidade na cloud, apresentou o seu mais recente e exaustivo estudo, intitulado "The Broken Physics of Remediation". Esta investigação profunda analisou mais de mil milhões de registos de vulnerabilidades em mais de 10.000 organizações a nível mundial entre 2022 e 2025. O relatório conclui que a velocidade de reação é o fator mais crítico na cibersegurança contemporânea, sublinhando que a única forma de as empresas combaterem o ritmo alucinante dos cibercriminosos é através da adoção de Inteligência Artificial e automatização para priorizar os riscos reais.

A consolidação do teletrabalho e dos modelos híbridos alterou profundamente a forma como as empresas portuguesas encaram os riscos digitais. Perante o aumento da complexidade e da frequência das ameaças informáticas, as organizações estão a focar-se cada vez mais na prevenção humana. De acordo com o Relatório de Ciberpreparação da Hiscox 2025, 90% das Pequenas e Médias Empresas (PME) nacionais já investiram em formação adicional em cibersegurança, desenhada especificamente para proteger os seus colaboradores que operam em ambientes de trabalho descentralizados.

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