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ESET alerta para trojan bancário que visa países de língua portuguesa e espanhola
A ESET alerta para o trojan bancário Numando que afeta principalmente o Brasil, mas também outros países de língua portuguesa e espanhola, incluindo Portugal. O Numando é semelhante a outras famílias de malware do mesmo género, usando janelas falsas, funcionalidade de backdoor e abuso de serviços públicos como o YouTube para armazenar a sua configuração remota.
ESET recomenda uso de chaves de segurança no Twitter
A ESET, empresa líder em soluções de cibersegurança, recomenda usar uma chave de segurança física como único método de 2FA (autenticação de dois fatores) no Twitter, uma vez que tal passou a ser uma possibilidade. Embora o serviço já permitisse usar uma chave de segurança como um de vários fatores de autenticação, agora é possível fazê-lo de forma exclusiva.
Usar chaves de segurança como método de 2FA não é novidade para o Twitter. Em 2018, a opção foi introduzida como um de vários métodos de 2FA. No entanto, era necessário ativar também outra forma de 2FA simultaneamente.
ESET explica como saber se um website é seguro
A maior parte das pessoas visita dezenas, por vezes até centenas de websites por dia. Lê-se uma notícia aqui, consultam-se as redes sociais ali, depois vê-se um vídeo num website de streaming e clica-se num link que um amigo enviou... Como saber que todos estes websites que se visitam são seguros e que nenhum deles é, por exemplo, um website de phishing?
Aqui ficam alguns passos a tomar para verificar que o website onde se foi parar é legítimo e seguro, evitando perder dados ou descarregar malware para um dispositivo. Siga as recomendações da empresa global de cibersegurança ESET.
ESET descobre nova campanha de cibercrime que tem como alvo principal ministérios de negócios estrangeiros
Os investigadores da ESET, empresa líder em cibersegurança, descobriram uma nova campanha de cibercrime por parte de um grupo APT ("Advanced Persistent Threat") a que chamaram BackdoorDiplomacy. Este grupo tem como alvos ministérios de negócios estrangeiros e empresas de telecomunicações em África e no Médio Oriente desde pelo menos 2017.
Para vetores de infeção iniciais, o grupo usa dispositivos vulneráveis expostos na Internet, como servidores web e interfaces de gestão de equipamento de rede. Uma vez no sistema, os atacantes recorrem a ferramentas de código aberto para recolher dados e movimento lateral (avançar pela rede). A principal forma através da qual o grupo ganha acesso ao seu alvo é uma backdoor que a ESET chama Turian, por ser derivada da backdoor Quarian. Tanto sistemas Windows como Linux, incluindo unidades USB a eles ligadas, já foram alvo destes ataques.
Relatório da ESET realça abuso de vulnerabilidades e aumento de ameaças de criptomoeda
A ESET, empresa líder em soluções de cibersegurança, divulgou os principais resultados de deteção de ameaças para o período de janeiro a abril de 2021, com destaque para a exploração de vulnerabilidades do Microsoft Exchange por parte de múltiplos agentes maliciosos com o objetivo de comprometer milhares de servidores de email.
No curso dos quatro primeiros meses do ano, a pandemia de COVID-19 continuou a liderar as manchetes em todo o mundo, embora tenha perdido algum do seu protagonismo na paisagem das ameaças à cibersegurança. Entre os perigos mais preocupantes, a ESET realça o abuso das mais recentes vulnerabilidades e falhas de configuração com foco na obtenção de elevados retornos ao investimento, como o abuso do Remote Desktop Protocol (RDP), maior número de ameaças de criptomoeda, e um aumento acentuado de deteções de malware bancário em ambiente Android.