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O FBI detetou um ataque de hackers originário da Rússia, que ameaçava introduzir um "malware" que iria assumir o controlo dos routers domésticos.

O Centro Nacional de Cibersegurança recebeu, entretanto, uma notificação do FBI dando conta que um software malicioso poderia afetar os routers e recomendou às entidades públicas e privadas portuguesas que fizessem a reposição dos valores de fábrica dos equipamentos e, ao mesmo tempo, efetuassem atualizações às últimas versões.

Recentemente, investigadores da Kaspersky Lab receberam o que aparentava ser uma amostra de um malware desconhecido para Android. À primeira vista, o malware não parecia perigoso, mas apenas uma ferramenta simples e direta de ciberespionagem. Os investigadores decidiram investigar mais a fundo e depressa descobriram uma versão mais recente e sofisticada da mesma ameaça, a que chamaram ZooPark.

A Microsoft anunciou na passada semana que conseguiu evitar que fossem infetados mais de 500 mil computadores.

O ataque, segundo revelou a empresa norte-americana, tinha como “missão” infetar mais de meio milhão de computadores com recurso a um malware capaz de minerar criptomoedas.

O recente aumento do preço e popularidade das criptomoedas não atraiu só potenciais utilizadores; inspirou também cibercriminosos a encontrar novas e criativas maneiras de roubar as moedas virtuais. Estes esquemas não são exclusivos a PCs, afetando também a plataforma Android. A ESET descreve os ataques mais comuns deste tipo e sugere ainda boas práticas para os evitar.

Embora o mercado das criptomoedas esteja a atravessar um momento de altos e baixos, o aumento do valor da Bitcoin no ano passado teve um impacto significativo, não só na economia global, mas também no mundo da cibersegurança. Com as criptomoedas como alvo, os hackers começaram a utilizar software mineiro nos seus ataques já que, tal como o ransomware, é um modelo simples para ganharem dinheiro. Mas, ao contrário do ransomware, este modelo não prejudica diretamente os utilizadores e pode permanecer sem ser detetado por um longo período de tempo usando, silenciosamente, o computador do utilizador. Em setembro de 2017, a Kaspersky Lab registou um aumento de mineiros que se espalharam pelo mundo de forma muito ativa, prevendo o seu desenvolvimento. A última pesquisa revela que esse crescimento não só continuou, como também cresceu e se espalhou.

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