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sexta-feira, 10 setembro 2021 20:46

Malware Formbook afetou 7% das organizações em Portugal

A Check Point Research (CPR), área de Threat Intelligence da  Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder global de soluções de cibersegurança, acaba de publicar o Índice Global de Ameaças referente a agosto de 2021. O Formbook é agora o malware mais prevalente, tanto em Portugal, como no mundo, ultrapassando o Trickbot que, a nível global, termina um “reinado” de três meses. Em Portugal, 7% das organizações foram impactadas pelo Formbook durante o mês de agosto.

O trojan bancário, Qbot, cujos operadores são conhecidos por fazer pausas de atividade durante o verão, abandonou o top 10 de ameaças, depois de uma longa estadia na lista; já o Remcos, um trojan de acesso remoto (RAT), integra o índice pela primeira vez em 2021, ocupando o sexto lugar.

A Check Point Research (CPR), área de Threat Intelligence da  Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder global de soluções de cibersegurança, denunciou uma vulnerabilidade de segurança presente na aplicação de mensagens instantâneas, WhatsApp. Se explorada com sucesso, mais de 2 mil milhões de utilizadores teriam a segurança dos seus dados comprometida, com atacantes a conseguir aceder a informação sensível presente na memória do WhatsApp. A Check Point comunicou de imediato as suas conclusões aos responsáveis da aplicação que resolveram o problema, lançando uma patch de segurança.

Em 2020, à medida que os países de todo o mundo foram forçados a entrar em confinamento, o número de jogadores online disparou. No final de março de 2020, o número de utilizadores ativos e utilizadores simultâneos que jogavam ativamente na Steam (a plataforma de jogos online mais popular) atingiu um recorde histórico. Este recorde foi novamente ultrapassado um ano depois, em março de 2021, com a plataforma a atingir cerca de 27 milhões de utilizadores.

Entre 2019 e 2020, o número de utilizadores de serviços da Kaspersky que se depararam com ataques direcionados de ransomware - malware utilizado para extorquir alvos de grande visibilidade, como grandes empresas, organizações governamentais e organizações municipais - aumentou em 767%. Este aumento foi também acompanhado de uma diminuição de 29% no número total de utilizadores afetados por qualquer tipo de ransomware, sendo o WannaCry a família mais encontrada. Estas são algumas das principais conclusões do mais recente relatório da Kaspersky sobre o panorama do ransomware.

Um estudo recente realizado no Reino Unido revelou que uma em cada seis pessoas utiliza o nome do seu animal de estimação como password – um perigo para o qual a empresa de cibersegurança ESET chama a atenção.

O problema da utilização de nomes comuns (mesmo os dos nossos animais de estimação) em passwords, é que podem ser descobertos a partir de ataques baseados em dicionários, como podem ser também facilmente obtidos através de técnicas de engenharia social, nomeadamente a partir dos perfis públicos dos utilizadores nas redes sociais.

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