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A Pandora, uma das maiores marcas de joalharia a nível mundial, foi recentemente alvo de um ciberataque que poderá ter exposto dados pessoais de clientes, incluindo nomes, emails e datas de nascimento. A violação teve origem numa plataforma externa ligada ao ecossistema digital da marca, sem comprometer, no entanto, dados financeiros diretos. Ainda assim, especialistas alertam para o risco real de estes dados serem usados em ataques de phishing e outras fraudes digitais.

quinta-feira, 07 agosto 2025 21:27

Baú do Software : ZoneAlarm

Nesta rubrica especial da Wintech, revisitamos alguns dos programas mais marcantes da história da informática - verdadeiros clássicos que, pelo seu impacto, inovação ou longevidade, merecem ser recordados. Seja por nostalgia ou curiosidade tecnológica, o Baú do Software leva-nos numa viagem aos tempos em que cada instalação era feita a partir de um CD-ROM, e onde certas aplicações se tornaram autênticos pilares da era digital.

Um desses nomes é o ZoneAlarm, o software que, no final dos anos 90, se destacou como pioneiro na proteção pessoal contra as ameaças da internet.

A equipa de investigação da Check Point Research descobriu uma vulnerabilidade crítica no Cursor IDE, uma popular plataforma de desenvolvimento assistida por IA. A falha, identificada como CVE-2025-54136 e batizada de MCPoison, permite a execução remota persistente de código (RCE) sem notificação ao utilizador, colocando em risco projetos colaborativos e ambientes de desenvolvimento. Esta vulnerabilidade reside no Model Context Protocol (MCP), que pode ser manipulado após uma primeira aprovação para executar comandos maliciosos silenciosamente, sempre que o projeto for aberto.

O crescente uso de dispositivos vestíveis inteligentes como smartwatches, óculos e anéis tem levantado preocupações sérias sobre a privacidade dos utilizadores. Celebridades e figuras públicas populares já os adotaram, e em Portugal, estima-se que mais de um milhão de pessoas usem smartwatches até ao final de 2025. Contudo, apesar da conveniência, estes dispositivos podem estar a recolher mais dados do que o necessário.

O mais recente Boletim de Segurança da Kaspersky, referente ao segundo trimestre de 2025, revela que 19,4% dos utilizadores portugueses enfrentaram ameaças online, com mais de dois milhões de incidentes registados em dispositivos locais. Os dados são recolhidos através da Kaspersky Security Network (KSN), uma rede global que analisa em tempo real as ameaças detetadas por utilizadores voluntários da empresa.

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