O crescente uso de dispositivos vestíveis inteligentes como smartwatches, óculos e anéis tem levantado preocupações sérias sobre a privacidade dos utilizadores. Celebridades e figuras públicas populares já os adotaram, e em Portugal, estima-se que mais de um milhão de pessoas usem smartwatches até ao final de 2025. Contudo, apesar da conveniência, estes dispositivos podem estar a recolher mais dados do que o necessário.
A WatchGuard Technologies revelou a mais recente geração da sua linha de firewalls Firebox Tabletop Series, desenhada para oferecer segurança de última geração às pequenas e médias empresas (PME). Esta nova família de dispositivos promete desempenho elevado, resposta a ameaças baseada em IA e conectividade preparada para o futuro, ideal para ambientes híbridos ou em transição para a cloud.
Uma prova de conceito pública publicada pelo investigador Bobby Gould detalha a exploração da falha crítica CVE-2025-20281 no Cisco Identity Services Engine (ISE), permitindo execução remota de código sem autenticação e com privilégios de root. A vulnerabilidade, que afeta as versões 3.3 e 3.4 do Cisco ISE e ISE-PIC, foi divulgada a 25 de junho de 2025 e combina desserialização insegura com injeção de comandos no método enableStrongSwanTunnel().
A Apple lançou atualizações de segurança urgentes para corrigir a vulnerabilidade CVE-2025-6558, uma falha de alta gravidade que estava a ser ativamente explorada em ataques do tipo zero-day direcionados a utilizadores do Google Chrome. A vulnerabilidade reside no componente ANGLE (Almost Native Graphics Layer Engine), responsável por processar comandos gráficos, e permite que atacantes executem código arbitrário no processo de GPU do navegador através de páginas HTML maliciosas.
A Fortinet divulgou o seu relatório global 2025 State of Operational Technology and Cybersecurity, revelando que as organizações estão a atribuir crescente importância à segurança das suas infraestruturas OT (tecnologia operacional). O estudo mostra uma maior responsabilização da liderança executiva, com 52% das empresas a indicarem que o CISO ou CSO já lidera a estratégia de segurança OT — um aumento substancial face aos 16% registados em 2022.
