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As vulnerabilidades de zero-day são falhas desconhecidos no software que podem ser exploradas por hackers para entrar no dispositivo e na rede da vítima em questão. O novo exploit usa uma vulnerabilidade no subsistema gráfico do Microsoft Windows para conseguir adquirir privilégios locais e obter controlo total do computador invadido. A amostra de malware examinada pelos investigadores da Kaspersky Lab mostra que o exploit interfere com as versões do sistema operacional do Windows 8 ao Windows 10.

Nos últimos anos, o conceito de autenticação em dois estágios (2FA) implementou-se de forma massiva, contudo ainda há muito por fazer em vários sectores, inclusive no financeiro. No passado mês de janeiro de 2019, o Metro Bank do Reino Unido confirmou à Motherboard web que alguns dos seus clientes sofreram, recentemente, este tipo de fraude online. Isto não é algo novo, já que em 2017, o jornal alemão Süddeutsche Zeitung informou que os bancos alemães se tinham deparado com o mesmo problema. No entanto, também há boas notícias. Como referido pelo próprio Metro Bank, muito poucos clientes tiveram que se deparar com um problema de segurança deste tipo “e nenhum perdeu dinheiro”.

O SMM baseia-se nos conceitos identificados no IIC Industrial Internet Security Framework, publicado em 2016. O SMM é o primeiro a surgir na sua categoria, discutindo a nova abordagem de maturidade de segurança estabelecida para IoT. Este modelo traça um quadro de segurança para os stakeholders de IoT, baseado nos seus níveis de segurança, e avalia a maturidade dos sistemas IoT de organizações, através de indicadores de controlo, tecnologia e gestão de sistema. Outros modelos podem focar-se numa indústria em particular, como em IoT, mas não se focam em segurança e vice-versa, enquanto o SMM cobre todos estes aspetos e, quando apropriado, dá destaque a elementos de modelos existentes para registar o que já existe e evitar repetições.

O SMM baseia-se nos conceitos identificados no IIC Industrial Internet Security Framework, publicado em 2016. O SMM é o primeiro a surgir na sua categoria, discutindo a nova abordagem de maturidade de segurança estabelecida para IoT. Este modelo traça um quadro de segurança para os stakeholders de IoT, baseado nos seus níveis de segurança, e avalia a maturidade dos sistemas IoT de organizações, através de indicadores de controlo, tecnologia e gestão de sistema. Outros modelos podem focar-se numa indústria em particular, como em IoT, mas não se focam em segurança e vice-versa, enquanto o SMM cobre todos estes aspetos e, quando apropriado, dá destaque a elementos de modelos existentes para registar o que já existe e evitar repetições.

A conjuntura de Internet of Things já não se concentra apenas em relógios smart conectados ou casas inteligentes, mas sim em ecossistemas avançados, complexos e cada vez mais automatizados, onde se podem incluir as cibertecnologias de cuidados de saúde conectadas. No futuro, estas tecnologias podem vir a tornar-se obsoletas e banais, pois são simplesmente dispositivos de suporte que podem ser utilizados pelos consumidores para extender as capacidades do corpo humano, através de um processo de ‘cibernetização’. Desta forma, torna-se vital minimizar quaisquer riscos de segurança que possam ser explorados por hackers, investigando e monotorizando problemas de segurança que advenham de produtos atuais e da sua infraestrutura de suporte.

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