Tami limitou-se a dizer que “Blue é uma atualização”, complementando com “esta é uma boa maneira de o descrever”. Em termos lineares, o Windows Blue será uma atualização assente em três fases: tecnologia de toque, resposta às críticas ou sugestões do s utilizadores e ajuste do sistema operativo a outros tamanhos de ecrã.
Em relação às críticas, estas são apontadas à utilização do Windows 8 em equipamentos que não estão dotados de ecrãs touch assim como a sentida ausência do botão e menu iniciar.

Tami confessou que com o lançamento do “Windows Blue haverá a oportunidade de responder a algumas das críticas e sugestões dos utilizadores do mercado em geral”. Enigmática em relação ao facto da Microsoft ponderar integrar o menu Iniciar no update para o Windows 8, a executiva da Microsoft disse que “está a ser levado tudo em conta. Tentamos perceber aquilo que os utilizadores pretendem”.
Foi ainda dada a informação que não são apenas os utilizadores domésticos a sentirem a falta do menu iniciar, e que essa funcionalidade está também a ser pedida pelas empresas facto que poderá ser determinante para que a Microsoft dê o braço a torcer e integre a opção de escolha para a instalação do velho menu Iniciar.
Sabe-se que uma das novidades a integrar quando for lançado o Windows Blue é a possibilidade de usar o software em equipamentos com resoluções de 1024x768, podendo assim vir a ser integrado em tablets de dimensões de 7, 8 ou 9 polegadas.
Estas são apenas algumas das informações, ainda que vagas, sobre o que a Microsoft pode apresentar quando lançar publicamente o Windows Blue que, recorde-se, acontecerá no final de junho na conferência Build a realizar nos Estados Unidos.
Tami Reller, (Chief Marketing Officer and Chief Financial Officer da Microsoft), levantou um pouco o “véu” sobre o que o Windows Blue (ou se preferir, o Windows 8.1) vai trazer.