Há já alguns meses circulam rumores sobre a eventual comercialização de um telefone com marca Google, mas a empresa ainda não esclareceu se aquilo que pretende colocar no mercado, a meio de 2008, é o «GPhone», um telemóvel próprio com os seus serviços.
{mosgoogle right}Entre a optimização de várias aplicações para a plataforma móvel, o Google está a desenvolver novos programas, incluindo um navegador de Internet, avançou o Wall Street Journal
O Google já fez também os contactos com vários fabricantes, indicando-lhe as especificações necessárias para o bom desempenho das suas aplicações em tecnologia móvel.
Segundo Wall Street Journal, a empresa da Califórnia pediu aos fabricantes para produzirem aparelhos com câmaras fotográficas e de vídeo e com ligações Wi-Fi e 3G.
No entanto, este passo pode significar apenas a distribuição de serviços em vários aparelhos já existentes, procurando os modelos mais coincidentes com as suas necessidades. Mas pode também ser indício do nascimento do «GPhone», segundo analistas.
O Google quer dominar o mercado de anúncios em telemóveis e só com os conteúdos optimizados, a empresa, que já lidera os anúncios on-line, poderá tirar partido da publicidade móvel.
O futuro das assinaturas móveis, segundo o Google, está comprometido, porque a sua ideia é, a longo prazo, ter um serviço de chamadas grátis, apenas suportado pelas receitas da publicidade móvel.
«O que é interessante nos anúncios em telemóveis, é que são duas vezes (ou mais) lucrativos do que os anúncios não-móveis, porque são mais pessoais», disse o director do Google, Eric Schmidt, em Maio.
{mosgoogle right}Entre a optimização de várias aplicações para a plataforma móvel, o Google está a desenvolver novos programas, incluindo um navegador de Internet, avançou o Wall Street Journal
O Google já fez também os contactos com vários fabricantes, indicando-lhe as especificações necessárias para o bom desempenho das suas aplicações em tecnologia móvel.
Segundo Wall Street Journal, a empresa da Califórnia pediu aos fabricantes para produzirem aparelhos com câmaras fotográficas e de vídeo e com ligações Wi-Fi e 3G.
No entanto, este passo pode significar apenas a distribuição de serviços em vários aparelhos já existentes, procurando os modelos mais coincidentes com as suas necessidades. Mas pode também ser indício do nascimento do «GPhone», segundo analistas.
O Google quer dominar o mercado de anúncios em telemóveis e só com os conteúdos optimizados, a empresa, que já lidera os anúncios on-line, poderá tirar partido da publicidade móvel.
O futuro das assinaturas móveis, segundo o Google, está comprometido, porque a sua ideia é, a longo prazo, ter um serviço de chamadas grátis, apenas suportado pelas receitas da publicidade móvel.
«O que é interessante nos anúncios em telemóveis, é que são duas vezes (ou mais) lucrativos do que os anúncios não-móveis, porque são mais pessoais», disse o director do Google, Eric Schmidt, em Maio.
O Google está a desenhar novas aplicações para telemóveis e procura encontrar fabricantes e operadores móveis para os seus conteúdos e serviços com vista a dominar o mercado de anúncios móveis, segundo o Wall Street Journal.