E embora a casa de investimento considere que a operadora portuguesa negoceie com um prémio face às pares , “oferece um forte crescimento e um potencial de valorização muito grande nas estimativas que incluem um negócio com a Sonaecom”.
“Continuamos a ver uma fusão entre a Zon e a Sonaecom como o cenário mais provável no mercado português, embora o ‘timing’ permaneça incerto e pouco provável a curto prazo”, explica o Credit Suisse que estima que tal aconteça no espaço de 12/18 meses.
Para já, a casa de investimento tem um preço-alvo de 4,9 euros, o que representa um potencial de valorização de 20,4% face ao valor de fecho das acções ontem, e uma recomendação de “outperform’.
“Não incluímos nenhum do potencial de um negócio com a Sonaecom, embora isso sugerisse mais ‘upside’ à nossa avaliação”.
As acções da Zon sobem 0,98% para os 4,11 euros.
Fonte : Jornal de Negócios
“Continuamos a ver uma fusão entre a Zon e a Sonaecom como o cenário mais provável no mercado português, embora o ‘timing’ permaneça incerto e pouco provável a curto prazo”, explica o Credit Suisse que estima que tal aconteça no espaço de 12/18 meses.
Para já, a casa de investimento tem um preço-alvo de 4,9 euros, o que representa um potencial de valorização de 20,4% face ao valor de fecho das acções ontem, e uma recomendação de “outperform’.
“Não incluímos nenhum do potencial de um negócio com a Sonaecom, embora isso sugerisse mais ‘upside’ à nossa avaliação”.
As acções da Zon sobem 0,98% para os 4,11 euros.
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