O Credit Suisse iniciou a cobertura da Zon Multimédia com um preço-alvo de 4,9 euros, que representa um potencial de valorização de 20,4% face ao valor a que as acções encerraram ontem. O ‘target’ subiria com uma eventual fusão com a Sonaecom, que a casa de investimento continua a considerar como o cenário “mais provável” no mercado nacional.

Numa nota de “research”, na qual a casa de investimento analisa o sector das telecomunicações europeias, a mesma sublinha que a Zon demonstra um “forte” crescimento ao nível da receita média por cliente e nos serviços o que se traduz a um aumento “saudável” das receitas.

A mesma fonte acrescenta que a Zon “é um dos operadores mais avançados na Europa, na linha fixa ou cabo, no que diz respeito à oferta de serviços de banda larga aos clientes”.

E embora a casa de investimento considere que a operadora portuguesa negoceie com um prémio face às pares , “oferece um forte crescimento e um potencial de valorização muito grande nas estimativas que incluem um negócio com a Sonaecom”.

“Continuamos a ver uma fusão entre a Zon e a Sonaecom como o cenário mais provável no mercado português, embora o ‘timing’ permaneça incerto e pouco provável a curto prazo”, explica o Credit Suisse que estima que tal aconteça no espaço de 12/18 meses.

Para já, a casa de investimento tem um preço-alvo de 4,9 euros, o que representa um potencial de valorização de 20,4% face ao valor de fecho das acções ontem, e uma recomendação de “outperform’.

“Não incluímos nenhum do potencial de um negócio com a Sonaecom, embora isso sugerisse mais ‘upside’ à nossa avaliação”.

As acções da Zon sobem 0,98% para os 4,11 euros.

 Fonte : Jornal de Negócios
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