A Kaspersky Lab, líder no desenvolvimento de sistemas de protecção contra software malicioso, ataques de hackers e spam, apresenta um relatório analítico intitulado “O spam no primeiro semestre de 2009”.

O relatório estuda as principais características do correio electrónico não desejado (spam), incluindo o volume e origens do spam, o número de links maliciosos e ficheiros anexos que contêm, a distribuição de mensagens de acordo com o assunto e a proporção do spam gráfico.

Apesar da crise económica e da atracção crescente pelo negócio do cibercrime, o volume de spam gerado não variou significativamente. Com efeito, a proporção das mensagens de phishing (é habitual que nas mensagens de spam se incluam links que levam a websites de phishing) diminuiu ao longo dos seis meses analisados.

A Rússia e os EUA continuam a ser os países que geram o maior volume de spam, mas a tendência geral indica que os países fonte deste tipo de código malicioso estão a passar do Ocidente para o Oriente. Os países da Ásia e América Latina, como também os da Europa de Leste (com excepção da Rússia) são agora mais atractivos para os spammers, já que os utilizadores destes países estão menos protegidos contra as ameaças informáticas.

Por outro lado, os temas do spam mudaram substancialmente. Em primeiro lugar, aumentou a publicidade proveniente dos mesmos spammers, cujo volume alcançou o número recorde de 16,6%. Ao mesmo tempo, a proporção de mensagens não desejadas que anunciam serviços e produtos reais diminuiu de forma significativa. “No relatório de 2008 já fazíamos notar que a eficácia com que se difunde este tipo de spam é um peculiar indicador do estado das pequenas e médias empresas durante o período de crise. E, efectivamente, em comparação com o mesmo período do ano anterior, no spam há menos ofertas de turismo e de educação e publicidade a diferentes produtos e serviços. Relembramos que a percentagem destas categorias tinha subido levemente em Junho. Só o tempo poderá dizer se esta subida é a curto ou longo prazo”, afirmam os analistas da Kaspersky Lab.

A versão completa do relatório está disponível em http://www.viruslsit.com . O seu conteúdo pode ser reproduzido citando o autor, o nome da companhia e as fontes originais. A reprodução deste material de forma indirecta necessita do consentimento expresso do departamento de relações públicas da Kaspersky Lab.
{mosgoogle}
Classifique este item
(0 votos)
Ler 1166 vezes
Top