À venda em todo o mundo desde 22 de Outubro, o Windows 7 tem como ambição, segundo então afirmou o director-geral da Microsoft, estar instalado em todo o tipo de computadores e fazer com que haja "um PC para cada utilizador e para cada contexto".
"Quando Bill Gates criou a Microsoft [há três décadas] o seu 'slogan' era que houvesse um PC em cada escritório e em cada lar. Com o Windows 7 queremos que haja um PC para cada pessoa, cada habitação e cada contexto", disse Steve Ballmer numa entrevista à agência espanhola Efe.
Segundo Ballmer, uma das principais novidades da última versão do sistema operativo da Microsoft é que "está desenhado para operar em toda a gama de computadores, desde os 'netbooks' mais simples de menos de 300 dólares, até aos computadores e plataformas mais sofisticados".
Antecipando um muito maior sucesso do Windows 7 do que o do seu antecessor Vista, que chegou ao mercado em 2007, mas só está instalado em dois entre cada 10 computadores, devido aos muitos problemas técnicos que manifestou, o director-geral da Microsoft adiantou que, "dos mais de 300 milhões de computadores que se venderão no próximo ano, mais de 90 por cento terão o Windows 7".
A estes juntar-se-ão depois as compras do programa isoladamente, com vista a actualizações de 'software' de computadores já em utilização.
O desenvolvimento da nova versão do Windows mobilizou cerca de 3.000 engenheiros, 50.000 comerciais e oito milhões de utilizadores que o testaram antes do seu lançamento, mas o facto é que, ainda antes do início da comercialização mundial do sistema, já era possível encontrar cópias piratas em países como a China ou o Brasil.
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