O tribunal declarou "Spamford" - como ficou conhecido depois de ter chefiado uma empresa que se dedicava ao envio de spam comercial, durante os anos 90 - culpado de ter violado o Can-Spam Act. Esta lei norte-americana proíbe o envio de emais "falsos e enganosos" para fins publicitários.
A sentença afirma que Sanford violou intencionalmente os estatutos do Facebook, lesando os direitos do serviço e dos seus utilizadores, que viram as suas contas colocadas em risco e atacadas por sucessivas mensagens ilegítimas e fraudulentas.
O juiz entendeu ainda que o spammer tinha desrespeitado uma ordem restritiva imposta anteriormente pelo tribunal e remeteu o caso para ser tratado em sede de processo criminal.
A decisão proíbe também que o infractor volte a aceder ao site do Facebook ou a criar uma conta no serviço.
A rede social espera que este caso sirva de exemplo a outros spammers, desincentivando o uso do Facebook para esses fins.
A sentença afirma que Sanford violou intencionalmente os estatutos do Facebook, lesando os direitos do serviço e dos seus utilizadores, que viram as suas contas colocadas em risco e atacadas por sucessivas mensagens ilegítimas e fraudulentas.
O juiz entendeu ainda que o spammer tinha desrespeitado uma ordem restritiva imposta anteriormente pelo tribunal e remeteu o caso para ser tratado em sede de processo criminal.
A decisão proíbe também que o infractor volte a aceder ao site do Facebook ou a criar uma conta no serviço.
A rede social espera que este caso sirva de exemplo a outros spammers, desincentivando o uso do Facebook para esses fins.
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