Para além de informação acerca de contas bancárias e de e-mail, estes dados continham, por exemplo, as moradas, números de telefone ou as datas de validade dos cartões de crédito dos utilizadores. Com estes dados, os cibercriminosos podem não só obter o dinheiro dos utilizadores, mas também fazer-se passar por eles e utilizar a sua identidade para realizar compras, transferências bancárias, etc., em seu nome.“Este é apenas um exemplo dos perigos do malware actual, e, acima de tudo, da necessidade de uma boa protecção que impeça que os dados introduzidos pelos utilizadores em formulários online, sites bancários, etc. acabem nas mãos dos cibercriminosos”, explica Rui Lopes, Director do Departamento de Consultoria da Panda Security.
O Apophis oferece aos criminosos várias opções: podem determinar a localização geográfica dos computadores infectados, quantos estão activos num dado momento ou pesquisar em dados furtados.
“Estamos a testemunhar o surgimento de cada vez mais ferramentas como esta, o que confirma a existência de um mercado paralelo onde são desenvolvidas e vendidas”, conclui Rui Lopes.
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Um ficheiro no servidor que armazena a ferramenta Apophis foi descodificado pelo PandaLabs e incluía dados, tais como moradas, números de telefone e de cartões de crédito pertencentes a quase mil pessoas dos E.U.A, Reino Unido e Canadá.