Segundo a empresa, isso é possível por causa da política para evitar o «cloaking», fenómeno que ocorre quando o utilizador realiza uma busca através do Google e a página que se abre não é a esperada.
Cohen lembra no seu blog que o Google oferece aos editores a possibilidade de receber o programa «First click free» (o primeiro click, de graça).
«Actualizamos o programa de modo que os editores possam limitar o acesso gratuito às suas páginas a um máximo de cinco notícias por dia. A partir desse número será necessário fazer um cadastro ou assinar o serviço», assinala Cohen.
A companhia acredita que desta forma protege os utilizadores contra o «cloaking», mas permite aos editores «concentrar a atenção em potenciais assinantes que procuram regularmente um percentual elevado dos seus conteúdos digitais».
«Vamos continuar a conversar com os editores para afinar os métodos. Como o nosso serviço oferece acesso tanto a conteúdos de graça como pagos, é crucial que as pessoas possam encontrá-lo. E aí é onde Google pode ajudar», conclui o responsável do maior motor de busca do mundo.
Entre os mais duros críticos do Google em relação a esta postura está o magnata australiano Rupert Murdoch, que já tinha acusado anteriormente a empresa de estar a lucrar com o jornalismo. O empresário justifica que ao atrair os cibernautas com notícias o Google elevava as suas receitas com publicidade.
Cohen lembra no seu blog que o Google oferece aos editores a possibilidade de receber o programa «First click free» (o primeiro click, de graça).
«Actualizamos o programa de modo que os editores possam limitar o acesso gratuito às suas páginas a um máximo de cinco notícias por dia. A partir desse número será necessário fazer um cadastro ou assinar o serviço», assinala Cohen.
A companhia acredita que desta forma protege os utilizadores contra o «cloaking», mas permite aos editores «concentrar a atenção em potenciais assinantes que procuram regularmente um percentual elevado dos seus conteúdos digitais».
«Vamos continuar a conversar com os editores para afinar os métodos. Como o nosso serviço oferece acesso tanto a conteúdos de graça como pagos, é crucial que as pessoas possam encontrá-lo. E aí é onde Google pode ajudar», conclui o responsável do maior motor de busca do mundo.
Entre os mais duros críticos do Google em relação a esta postura está o magnata australiano Rupert Murdoch, que já tinha acusado anteriormente a empresa de estar a lucrar com o jornalismo. O empresário justifica que ao atrair os cibernautas com notícias o Google elevava as suas receitas com publicidade.
{mosgoogle}