A ESET, especialista global em cibersegurança, alerta para múltiplas vulnerabilidades que estão presentes na câmara cloud D-Link DCS-2132L e que podem abrir a porta a criminosos e utilizadores mal-intencionados.

Com base nas últimas informações, este fabricante já mitigou algumas das vulnerabilidades reportadas. No entanto, outras continuam presentes.

“O problema mais sério com a câmara cloud D-Link DCS-2132L é a transmissão não encriptada de conteúdos vídeo. Tudo é executado sem encriptação entre as ligações, ou seja, entre a câmara e a cloud e entre a cloud e a app que se encontra no lado do cliente. Isto facilita os ataques man-in-the-middle e permite que utilizadores mal-intencionados espiem os streams de vídeo das vítimas”, refere o investigador da ESET, Milan Fránik. 

A ESET, líder global em cibersegurança, anunciou uma parceria com a Chronicle, uma empresa pertencente à Alphabet que vai garantir a validação essencial de incidentes de segurança e alertas no Backstory, um serviço global na cloud para onde as empresas podem carregar, armazenar e analisar de forma privada dados internos de telemetria de forma a detetarem e analisarem potenciais ataques. A parceria da ESET com a Chronicle vai garantir aos seus clientes um serviço de inteligência mais abrangente, contribuindo para uma maior proteção contra ameaças avançadas e persistentes.

A ESET, líder global em cibersegurança, emitiu um alerta aos utilizadores de Internet sobre os mais variados perigos existentes. A empresa denunciou uma onda de mensagens de e-mail fraudulentas que tentam extorquir dinheiro, principalmente de pessoas que têm por hábito assistir a vídeos pornográficos on-line. O remetente do e-mail (hacker) afirma que tem o dispositivo da vítima sob controlo e que gravou a pessoa enquanto assistia a conteúdo pornográfico. O e-mail afirma ainda que não só capturou o comportamento do utilizador na frente da webcam, mas também quais os vídeos que foram reproduzidos.

Investigadores da ESET, líder mundial em software de segurança informática, descobriram o primeiro malware clipper para Android capaz de substituir o conteúdo da área de transferência no dispositivo, na loja do Google Play. Tendo como foco operações com as criptomoedas Bitcoin e Ethereum, o denominado “clipper” visa redirecionar os fundos para a carteira do hacker/atacante, de forma inocente em vez de para a vítima.

“Esta descoberta mostra que este tipo de malware que consegue redirecionar fundos de criptomoedas já não são apenas vinculados ao Windows ou fóruns duvidosos do Android. Neste momento, todos os utilizadores de Android precisam ter cuidado com eles”, refere Lukáš Štefanko, Investigador de Malware da ESET.

A ESET, líder mundial em software de segurança informática, foi anunciada como o mais recente parceiro da “No More Ransom”. Esta iniciativa visa ajudar as vítimas de ataques de ransomware a recuperar os seus dados pessoais, e, até ao momento, conseguiu desencriptar computadores infetados de cerca de 72.000 vítimas, em todo o mundo.

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