A Kaspersky emitiu um alerta dando conta da importância das atualizações e da proteção proativa contra falhas de segurança, na sequência de falha de segurança no WhatsApp para Windows.

Na sequência da recente vulnerabilidade corrigida pela Meta na aplicação WhatsApp para Windows, a Kaspersky alerta para os riscos crescentes associados à exploração de falhas em software amplamente utilizado e destaca a importância de medidas preventivas e proativas de cibersegurança para todos os utilizadores, sejam individuais ou corporativos.

Quantas passwords tem cada utilizador? A maioria dos serviços e aplicações online exige que o utilizador crie uma password. Muitas dessas não são utilizadas diariamente, pelo que há uma grande probabilidade de que sejam reutilizadas.

A gestão inadequada de passwords é agravada por uma dependência de combinações comuns de nomes, palavras e números. Não só estas passwords são relativamente fáceis de decifrar, como podem facilitar o acesso a múltiplos websites, se forem utilizadas em diferentes serviços e plataformas. As pessoas são impulsionadas a criar passwords únicas. No entanto, a criação e gestão de passwords pode ser uma tarefa árdua.

A Kaspersky lançou uma importante atualização do Kaspersky Research Sandbox, apresentando a versão 3.0, com capacidades avançadas para uma análise de ficheiros mais profunda, investigação interativa de ameaças e requisitos de hardware significativamente reduzidos. Concebida para equipas de segurança e investigadores de ameaças, a solução melhorada oferece mais flexibilidade, eficiência e rentabilidade na deteção e análise de ciberameaças modernas.  

A Kaspersky contribuiu recentemente com os seus dados de threat intelligence para uma ação liderada pela INTERPOL que visou interromper redes criminosas transfronteiriças na região africana, que têm causado danos significativos a indivíduos e empresas. Com sete países participantes em África, a operação “RedCard” resultou na detenção de 306 indivíduos suspeitos de ligações a cibercrimes, relacionados com a banca móvel, investimentos e esquemas de apps de mensagens, e na apreensão de 1842 dispositivos.

A Equipa Global de Investigação e Análise (GReAT) da Kaspersky descobriu que o grupo Fog Ransomware, conhecido pela execução de ataques ao setor industrial, começou a ligar os endereços IP das suas vítimas aos dados roubados e a publicar esta informação na Dark Web, marcando uma mudança em relação às táticas tradicionais de extorsão de ransomware. Ao publicar os endereços IP, o grupo aumenta a pressão psicológica sobre as vítimas e aumenta os riscos de multas regulamentares para as organizações expostas.

Pág. 13 de 74
Top