A Check Point Research, área de Threat Intelligence da Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder de soluções de cibersegurança a nível global, acaba de publicar o mais recente Índice Global de Ameaças de março de 2021. Estreia-se no topo de ameaças global o Trojan bancário IcedID, famoso por roubar informações financeiras dos utilizadores através de anexos maliciosos disseminados por e-mail. Em Portugal, contudo, antes do IcedID, destacou-se em primeiro lugar o XMRig, software de mineração de CPU open-source utilizado para extrair criptomoeda, responsável por impactar 7% das organizações nacionais.
Check Point Research (CPR), área de Threat Intelligence da Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder especializado em soluções de cibersegurança a nível global, descobre malware em aplicação da Google Play Store. Apresentando-se como um serviço da Netflix, a “FlixOnline” prometia acesso ilimitado ao conteúdo da famosa plataforma streaming. Assim que descarregado, o malware disseminava-se através do Whatsapp entre os grupos e contactos da vítima, para onde eram enviados automaticamente links maliciosos. Apesar de terem conseguido travar esta campanha, os investigadores da Check Point Software relembram que é provável que a família de malware esteja para ficar.
A Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder de soluções de cibersegurança a nível global, diz-nos quais os cinco potenciais indicadores de que o seu smartphone pode estar infetado com malware, alertando para os riscos de segurança que corre a informação pessoal aí armazenada.
Tem sido notória a crescente popularidade que adquiriram os malwares móveis, como o Hiddad, xHelper e o Triada. Todos constaram do Top Malware de Janeiro de 2021 divulgado pela Check Point, sendo meios cada vez mais frequentes para os ciberatacantes roubarem informações sensíveis. Em 2020, a Threat Intelligence da Check Point demonstrou que 46% das organizações a nível global tinha pelo menos um colaborador que já tinha feito download de uma aplicação maliciosa.
Investigadores da Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder especializado em soluções de cibersegurança a nível global, descobriram, recentemente, uma campanha de malware nunca antes vista que assenta na subscrição não consentida de utilizadores Android a serviços telefónicos pagos providenciados, no caso desta campanha maliciosa em específico, por fornecedores legítimos de telecomunicações na Tailândia e Malásia. Esta técnica de ataque é conhecida por International Revenue Share Fraud (IRSF), estimando-se que gera entre 4 a 6 mil milhões de dólares por ano.
Investigadores da Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder global de soluções de cibersegurança, identificaram recentemente uma operação ativa nunca antes vista de ransomware, designada Pay2Key, que tem atacado organizações europeias e israelitas.
Informações a que a Check Point acedeu sugerem que os agentes por detrás da Pay2Key estão sediados no Irão. Na semana passada, a Check Point emitiu um alerta no qual se advertia para a rapidez dos ataques conduzidos pela Pay2Key que, em menos de 1 hora, é capaz de encriptar os dados das vítimas. No momento, concluiu-se que os alvos eram maioritariamente empresas israelitas. Novas evidências apontam agora para a possibilidade destes ataques se terem direcionado já também a empresas europeias, sediadas, mais especificamente, em Itália. É expectável, segundo investigadores da Check Point, que a cadeia de ataques escale globalmente.