A equipa de investigação da Kaspersky detetou uma nova e inquietante ameaça no panorama da cibersegurança, batizada de CrystalX RAT. Este novo trojan de acesso remoto não se limita a comprometer os sistemas de forma furtiva, introduzindo uma invulgar componente de "prankware" que permite aos atacantes ridicularizar e perturbar psicologicamente as vítimas em tempo real.

A operadora de telecomunicações MEO acaba de anunciar uma nova cartada estratégica no mercado nacional, fortalecendo a sua oferta de convergência de serviços. A empresa lançou uma campanha inovadora que permite aos seus clientes usufruírem de dados móveis totalmente ilimitados. Esta vantagem exclusiva nasce da integração do ecossistema de telecomunicações com a contratação do serviço de fornecimento elétrico através da MEO Energia, unindo duas necessidades essenciais das famílias portuguesas numa única solução integrada.

A União Europeia consolidou finalmente a sua visão de soberania e confiança com a entrada em vigor do novo Regime Jurídico da Cibersegurança em Portugal, este mês de abril de 2026. Se em 2018 o RGPD revolucionou o mercado ao garantir a privacidade dos cidadãos e a legitimidade no uso da informação, a nova diretiva NIS2 surge como o pilar que faltava neste escudo digital. Afinal, de nada servem leis rigorosas de proteção de dados se os sistemas que os alojam não estiverem blindados contra intrusões.

A SIBS concluiu com sucesso o processo de aquisição da tecnológica polaca ITCARD, após ter obtido todas as aprovações regulatórias necessárias. Esta operação estratégica integra no grupo português uma das principais referências em outsourcing de processamento de pagamentos na Polónia, responsável pela rede de caixas automáticos Planet Cash, pelos terminais de pagamento eletrónico Planet Pay e pela emissão de cartões Visa e MasterCard.

A Kaspersky descobriu uma nova e sofisticada tática de phishing que utiliza a plataforma de desenvolvimento no-code Bubble para contornar os sistemas de segurança tradicionais. Ao explorar ferramentas legítimas de criação de aplicações web, os cibercriminosos conseguem alojar páginas intermédias em infraestruturas de confiança, aumentando drasticamente a credibilidade dos seus esquemas. Esta abordagem inovadora eleva substancialmente o risco de roubo de credenciais corporativas e o acesso não autorizado a dados empresariais sensíveis.

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