O mais recente relatório global da Kaspersky, intitulado "Anatomy of a Cyber World", revela que o panorama das ameaças em 2025 foi dominado por uma concentração perigosa de vetores de ataque. Segundo os dados recolhidos, mais de 80% das invasões bem-sucedidas tiveram origem em apenas três portas de entrada: a exploração de aplicações públicas, o uso de contas legítimas e o aproveitamento de relações de confiança. Esta tendência demonstra que, embora as táticas básicas se mantenham, os criminosos estão a tornar-se muito mais eficientes a explorar as vulnerabilidades mais expostas das organizações.

Um erro inesperado na plataforma Steam terá exposto uma versão preliminar do aguardado, mas ainda não anunciado, Forza Horizon 6. O incidente ocorreu quando um build de desenvolvimento foi carregado inadvertidamente nos servidores públicos da Valve, permitindo que utilizadores atentos detetassem a presença do jogo antes mesmo de qualquer comunicação oficial por parte da Microsoft ou da Playground Games.

O popular gestor de downloads JDownloader tornou-se a mais recente vítima de um ataque de "supply chain" após o seu website oficial ter sido comprometido por cibercriminosos. Durante mais de um dia, os atacantes conseguiram substituir os ficheiros de instalação legítimos por versões maliciosas destinadas a utilizadores de Windows e Linux. A equipa do JDownloader reagiu prontamente, retirando o site do ar para uma investigação profunda assim que a falha foi confirmada, numa tentativa de conter a propagação do malware.

Um novo estudo global da Lenovo, que inquiriu mais de oito mil estudantes universitários europeus, revela que o tablet se consolidou como a ferramenta central da vida académica moderna. Cerca de 94% dos jovens da Geração Z consideram este dispositivo ideal para unir produtividade e criatividade, sublinhando uma mudança de paradigma onde o estudo já não se limita à secretária. Para 89% dos inquiridos, a tecnologia é vista como um suporte vital, especialmente durante os períodos de maior exigência e exaustão académica.

Houve uma altura em que entrar na Internet não era algo automático, invisível e instantâneo. Era quase um ritual. Ligávamos o computador, esperávamos que o Windows arrancasse, abríamos o navegador e, algures ao lado do monitor, um modem começava a cantar aquela sinfonia metálica inconfundível que hoje desperta nostalgia em toda uma geração. Para muitos de nós, esse som vinha de um equipamento da US Robotics.

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