O recente aumento do preço e popularidade das criptomoedas não atraiu só potenciais utilizadores; inspirou também cibercriminosos a encontrar novas e criativas maneiras de roubar as moedas virtuais. Estes esquemas não são exclusivos a PCs, afetando também a plataforma Android. A ESET descreve os ataques mais comuns deste tipo e sugere ainda boas práticas para os evitar.

O ano de 2018 começou com um cenário que ninguém poderia ter previsto: foram expostas duas vulnerabilidades sérias no design dos processadores que permitem o roubo de informação privada como palavras-passe, fotos e até certificados de encriptação.

Muito já foi escrito sobre estas vulnerabilidades. Ainda assim, para aqueles que ainda pouco ou nada sabem sobre o assunto, a ESET recomenda a leitura do artigo Vulnerabilidades Meltdown e Spectre: o que precisa de saber.

Um ano depois de ter apresentado o mais completo whitepaper sobre as atividades deste grupo, os investigadores da ESET descobriram uma nova versão do principal malware do Fancy Bear, o Xagent, provando que o grupo continua muito ativo em 2017, e continuará assim em 2018.

A ESET, um líder global em segurança informática, tem-se comprometido a monitorizar o Fancy Bear (também conhecido por Sednit ou APT28) – um dos mais notórios grupos de ciberespionagem do mundo.

Graças ao seu sistema LiveGrid, um sofisticado sistema de análise e monitorização de malware, a ESET conseguiu determinar as ameaças informáticas mais comuns das últimas semanas. Para que os utilizadores fiquem mais atentos a possíveis ataques e mais informados sobre os mesmos, seguem-se as 10 ameaças mais detetadas.

Investigadores de segurança da ESET, em colaboração com a Microsoft e agências policiais – FBI, Interpol, Europol e outras entidades com interesse em cibersegurança – deitaram abaixo uma das maiores botnets existentes, conhecida por Gamarue (detetada pela ESET como Win32/TrojanDownloader.Wauchos), que infetava vítimas desde 2011.

A operação para derrubar a botnet começou a 29 de novembro de 2017, e como resultado desde esforço conjunto, agências policiais por todo o mundo conseguiram fazer uma detenção e obstruir a atividade da família de malware responsável por infetar mais de 1,1 milhões de sistemas por dia.

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