Os investigadores da ESET detetaram novas campanhas de vigilância que utilizam uma nova variante do FinFisher, um spyware também conhecido como FinSpy. Sete países foram afetados e em dois deles, alguns dos principais provedores de Internet podem estar envolvidos na infeção dos alvos de vigilância.
O FinFisher possui amplas capacidades de espionagem, como vigilância ao vivo através de webcams e microfones, keylogging e exfiltração de arquivos. O que diferencia esta de outras ferramentas de vigilância, no entanto, são as controvérsias em torno das suas implementações. O FinFisher é comercializado como uma ferramenta que auxilia a aplicação da lei, mas, no entanto, acredita-se que seja também utilizado por regimes opressores.
Os dispositivos móveis tornaram-se equipamentos indispensáveis no dia-a-dia e é por esse motivo que são utilizados em praticamente todos os espaços públicos.
A criptografia pode ser a resposta a muitos problemas de segurança de dados enfrentados pelas pequenas e médias empresas.
Apesar da sua popularidade, os torrents – ficheiros de partilha “peer-to-peer” – são uma atividade arriscada.
Os investigadores da ESET descobriram que a loja aplicações CepKutusu.com, uma alternativa ao Google Play baseada na Turquia, estava a espalhar malware em todas as aplicações que eram descarregadas.